Olá leitores! Depois de muito tempo, uma seção que eu particularmente adoro volta ao Manual: O artigo de opinião! Nele, eu consigo falar de uma maneira mais pessoal com vocês, trazendo a minha visão de algum tópico relacionado ao mundo dos games e ao mesmo tempo conhecendo um pouco mais sobre vocês. Sempre que quiser conversar, eu estarei disponível por meio dos comentários, ou até mesmo via mensagem na nossa página do Facebook, para bater um papo. Não se esqueça de curti-la também, porque sempre mandamos conteúdo bem legal pra lá! ;)

Agora, ao assunto polêmico do post de hoje! “Polêmico”, entre aspas, mas extremamente divertido para mim. Vamos falar agora de uma série atualmente contestada pela qualidade, mas que conseguiu se renovar no último game para mim. Espero te convencer disso também.

Eu sou um fã da série Dragon Ball Z desde pequeno, há muitos anos atrás. Que criança não sonha com a possibilidade de se tornar um Super Saiyajin e sair por aí atirando Kamehameha por todo lado?

Por isso, vou aproveitar hoje pra contar a história sobre o jogo, como eu cheguei até ele e como acabei me apaixonando por ele.

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Começo de Tudo

Vamos voltar há muitos anos atrás, no Playstation 1. É difícil encontrar alguém que não foi dono do console e aproveitou três dos melhores títulos da saga Dragon Ball: Dragon Ball Final Bout, que era um jogo de luta simples 2.5 D, com bastante tecnologia pra época, Dragon Ball Ultimate Battle 22, um jogo de luta totalmente em 2D e muito divertido, e Dragon Ball Z Legends.

O último da lista, com seus gráficos um pouco rudimentares, era sensacional. O game te permitia jogar em um time com até três lutadores contra outros três, em batalhas onde você tinha liberdade pelo cenário, poderia montar combos incríveis e ataques especiais sensacionais para a época. Basicamente, você tinha que bater bastante no oponente até virar a barra de luta debaixo da tela totalmente para o seu lado. Nesse caso, seu personagem lançaria um golpe especial, e diminuiria então a vida do oponente. Era não apenas divertido, mas possuía sensação de progressão e história, algo raro nos jogos de DBZ no período.

Um jogo desse estilo passou anos na geladeira, já que com o avanço da tecnologia 3D e do PS2, Dragon Ball atingiu o seu máximo com Dragon Ball Z Budokai Tenkaichi 3. O game supera expectativas, dispensa apresentações e provavelmente passou anos pela adolescência de muito curtidor do MT!

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Depois desse sucesso, nenhum outro game conseguiu emplacar o mesmo nível de diversão que o BT3 trouxe. Afinal, repetir a mesma fórmula várias e várias vezes acaba por cansar o público. Por isso, o principal desafio para a série era se reinventar a ponto de continuar divertida e interessante para os fãs, mesmo depois de tantos anos.

Para isso, resgataram, lá do fundo do baú, a premissa de Legends, com Dragon Ball Battle of Z. O jogo é divertido, mas estava claro que faltava alguma coisa. E ela veio com o nome de…

 

Dragon Ball Xenoverse

Foi num dia como qualquer outro, em que acompanhava as promoções de games da PSN, que resolvi dar uma chance para o Xenoverse. Já estava completamente desacreditado com os games de Dragon Ball depois de falharem sucessivamente comigo – Ultimate Tenkaichi que o diga, é de longe o pior jogo da série que eu já joguei.

Acontece que, o game horrível citado acima trouxe consigo uma premissa muito interessante: a de criar seu próprio personagem. Embora a execução do jogo fosse ridícula, era muito bom poder olhar um personagem criado por você, tendo sua própria história no universo Dragon Ball, se transformando em um Super Saiyajin, etc.

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E foi por esse motivo principal que eu decidi entrar nessa do Xenoverse – Esse, e claro, uma promoção muito boa. E oh boy, como eu estava enganado em deixar esse jogo de lado por tanto tempo. O game não apenas acertava na execução da história, mas era realmente divertido.

Isso não será uma análise técnica, já que o game saiu há tanto tempo e não faria sentido analisá-lo agora. Mas sim, uma dica pessoal: Se você gosta de Dragon Ball, dê uma chance ao game.

A história se passa por toda a linha do tempo da história da série, desde a saga dos Saiyajins até a saga do Freeza dourado se você adquiriu os DLC’s como eu. Você controla um personagem novo, que viaja no tempo e passa por todas os momentos principais – Luta do Freeza, Cell, Boo, por exemplo, além de travar sua própria batalha contra os novos vilões: Mira e Towa. Eles são também capazes de viajar no tempo, mas com o intuito de bagunçar a história e retirar a energia dos heróis derrotados em cada seção do tempo.

Além de intervir para deixar tudo normal, você precisa ser um patrulheiro do tempo de verdade e acabar com a mais nova ameaça da galáxia. A premissa é bem bobinha, mas é exatamente aquilo que nos fez nos apaixonar por Dragon Ball na primeira vez: Pancadaria, histórias simples e mais pancadaria!

O sistema de customização é esplêndido! Além de customizações estéticas, com as principais roupas de diversos personagens para equipar, você pode treinar sob diversos personagens diferentes e adquirir as habilidades deles para usar em batalha – Tudo pode ser alterado entre uma batalha e outra.

Embora o jogo seja bem raso de início, é o primeiro lado de uma nova jogabilidade e franquia que promete bastante. Por uma história simples mas cativante, um sistema de customização intenso e uma jogabilidade nostálgica e divertida, o game revitaliza a série para os jogos digitais, e traz de volta uma das franquias mais amadas da minha infância. Que venha Xenoverse 2!

E você? Jogou o game? Tem interesse? Concorda, discorda? Como disse lá em cima, adoraria conversar com vocês! Fiquem atentos para mais textos desse tipo, e até a próxima pessoal!